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Rival do Spotify é "made in Portugal"

Publicado por Sérgio Meireles, Sábado, 16.08.14

Plataforma musical Baboom foi idealizada por Kim DotCom para facilitar a vida aos artistas.Porto é onde se desenvolve o projeto, cujo resultado deverá estar online no final do ano.

 

O serviço de música Baboom, idealizado por Kim DotCom, está a ser desenvolvido no Porto por uma equipa portuguesa. A empresa dona do projeto quer ser a Harley Davidson das plataformas musicais.

 

 

O Spotify que se cuide, que Portugal está a produzir um concorrente à altura. Quem o garante é a equipa que desenvolve o Baboom, uma plataforma musical online que pretende ser uma espécie de cruzamento entre caixa de ferramentas para artistas independentes e local de descoberta de novas sonoridades.

 

"Somos facilitadores. Queremos que todos os artistas tenham igual acesso às ferramentas de que precisam para distribuir a sua música", explica ao JN Grand Edmunson, diretor-executivo da empresa - também com o nome Baboom - a funcionar no Porto mas com raízes financeiras na Nova Zelândia.

 

A ideia é oferecer a todos os artistas uma maneira simples de encontrar o seu público, conseguindo, na mesma plataforma, monitorar a carreira de um artista e servir de palco para o público poder conhecê-lo.

 

É, por isso, uma espécie de Spotify mas, garantem, "mais focado e amigo dos artistas". Para isso, prometem que até 90% dos lucros vão para quem produz o conteúdo, sendo que a percentagem que cada artista recebe depende do "pacote" de subscrição que escolher.

 

Para não se tornarem iguais aos serviços do género que já existem online, estão mais focados em artistas sem editora ou que estejam em processo de "migração", aproveitando quem não tem contratos e quem quer deixar o mundo das editoras tradicionais.

 

      

 

"A ideia é disponibilizar conteúdo original, que não esteja disponível em mais lado nenhum", afirma. E a concorrência não os assusta. "Há vantagens em não sermos os primeiros do género, porque a fase da novidade já passou e agora o público está à procura de maior qualidade. Somos a Harley Davidson das plataformas musicais", diz Grant Edmunson.

 

O serviço deverá estar online no final do ano para o público em geral. Numa primeira fase, estará apenas disponível em alguns países onde "não há muitos serviços do género" ou onde "a pirataria impera", para dar uma alternativa legal a quem a quiser adotar. Portugal não vai, claro está, ficar fora da lista inicial de países abrangidos.

 

 

Fonte.: JN

 

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